A futura inauguração do primeiro Data Center de inteligência artificial (IA) da América Latina marca um avanço decisivo na infraestrutura digital da região. O projeto surgiu da colaboração entre a RT-ONE e a Engemon, empresas aliadas pela mesma crença: a tecnologia deve impulsionar negócios, estimular inovação e preparar o país para o protagonismo no cenário global.
Como um Data Center de IA muda o futuro digital?
O cenário digital mundial evolui em direção ao processamento de grandes volumes de dados, automação e algoritmos inteligentes. Mas, para que tudo isso aconteça sem gargalos, é preciso uma base física robusta. O novo Data Center de IA brasileiro não se trata apenas de mais um edifício de servidores. Ele foi projetado desde sua concepção para ser “AI-ready”.
Estruturas preparadas para o futuro não surgem por acaso.
“AI-ready” significa ter toda a infraestrutura pronta para suportar demandas específicas de inteligência artificial, como energia de alta densidade, sistemas de arrefecimento eficientes, conectividade de baixa latência e altíssima segurança. Enquanto Data Centers convencionais demandam adaptações, esse projeto parte do zero focado em IA, tornando-se referência para a América Latina.
O que há de diferente no projeto da Engemon em parceria com a RT-ONE?
Projetar o primeiro Data Center de IA desse porte no Brasil exige visão além da engenharia tradicional. A Engemon, reconhecida por sua flexibilidade e soluções personalizadas, foi escolhida para garantir que cada detalhe atendesse às necessidades da era da inteligência artificial.
- Alta performance térmica e elétrica: Dimensionamento para racks de altíssima densidade e redundância energética dupla, garantindo operação ininterrupta mesmo em situações adversas.
- Operação flexível: Possibilidade de phase-out de equipamentos e upgrade conforme inovações de mercado.
- Liquid Cooling: Método altamente eficiente para dissipar o calor de componentes eletrônicos.
- Ambiente escalável e personalizável: Permite crescer junto com a demanda das empresas, com opções de adaptações rápidas para suportar novos avanços em IA.

Empresas internacionais já tentaram implementar projetos parecidos, porém sem o mesmo grau de personalização e integração à realidade latino-americana que a Engemon e a RT-ONE irão executar. Esse cuidado faz toda a diferença para clientes que valorizam flexibilidade, transparência e pós-venda eficiente.
O que significa ser “AI-ready”?
Um Data Center “AI-ready” já nasce preparado para lidar com cargas de trabalho extremas, intensivas em processamento e energia, típicas das operações modernas de IA. Não se trata apenas de adicionar mais servidores, mas de estruturar toda a instalação para resistir e prosperar diante de desafios únicos:
- Energia preparada para alta intensidade: Racks muito mais densos, com distribuição elétrica pensada para crescer; Redundância e seletividade bem definidas (para evitar queda em cascata); Medição por rack/linha (telemetria) para entender picos e planejar capacidade.
- Refrigeração para calor concentrado (e picos): IA concentra muito calor por rack; “AI-Ready” prevê soluções além do ar quando necessário: ar otimizado (corredor quente/frio, contenção, CRAH/CRAC dimensionado), rear door heat exchanger, líquido direto no chip (DLC) e/ou infraestrutura preparada para isso, controle de temperatura/umidade e resiliência compatíveis com alta densidade.
- Rede de baixa latência e alto throughput: Leste-oeste vira o tráfego dominante; projeto para alta largura de banda e baixa latência (leaf-spine, muitas fibras, portas 100/200/400G, evolução); preparo para redes especializadas, sem travar o layout.
- Espaço físico, layout e estrutura pensados para “peso e cabos”: Equipamentos de IA pesam mais, ocupam mais, exigem mais cabos e mais fibra; Piso/estrutura, caminhos de cabos, shafts, áreas de staging e manutenção adequadas.
- Operação e segurança compatíveis com ambientes críticos de IA: Monitoramento mais fino (energia, térmica, rede); procedimentos de mudança/manutenção para não derrubar clusters; segurança física e lógica (inclui requisitos de dados e compliance do cliente).
- Escalabilidade “sem parar a operação”: Capacidade de crescer em blocos (pods/células) e evoluir refrigeração/energia/rede sem reforma invasiva.
Segundo a previsão do Gartner, até 2027, limitações energéticas podem restringir até 40% dos Data Centers de IA no mundo, tornando ainda mais estratégica a construção de unidades já adaptadas a essas demandas.
Sustentabilidade e performance: dois pilares do novo Data Center
Muitas empresas anunciam preocupações ambientais, mas a diferença está na prática. O Data Center de IA de Engemon e RT-ONE adota estratégias concretas desde o início:
- Arquitetura bioclimática e uso inteligente da luz natural;
- Reciclagem de calor e águas para redução do consumo global;
- Compra de energia renovável e compensação de carbono desde o primeiro ciclo de operação.
Essa consciência está alinhada aos principais debates em engenharia e inovação, temas frequentemente abordados nas publicações sobre Data Centers, inovação e engenharia.

Tecnologia e meio ambiente podem crescer juntos.
A preocupação não é apenas ambiental. Um centro ecológico e eficiente reduz custos operacionais e oferece confiança para multinacionais que buscam parcerias alinhadas a padrões globais de sustentabilidade.
Por que o Brasil ganha relevância global com este Data Center?
Situar um empreendimento desse porte na América Latina, mais precisamente no Brasil, é uma resposta direta à necessidade de descentralização das infraestruturas digitais. O país se coloca como novo polo de inovação, atraindo investimentos, pesquisadores e grandes empresas em busca de vantagens competitivas em IA.
- Cresce o número de empregos qualificados, do planejamento ao suporte tecnológico;
- Acelera a chegada de tecnologias de ponta, encurtando distâncias em relação aos principais players globais;
- Gera ganhos concretos em setores estratégicos como logística, saúde, educação e finanças.
Debates recentes apontam que as PPPs e modelos inovadores, como discutido em artigos sobre projetos sustentáveis, também ganham força nesse tipo de empreendimento, otimizando recursos públicos e privados.
O impacto do Data Center de IA: oportunidades para empresas e para o país
Gigantes do mercado de tecnologia como Google, Amazon e Microsoft injetaram, juntas, mais de US$ 300 bilhões no ano de 2025 para acelerar suas infraestruturas. A projeção é de que o mercado global de IA deve atingir a marca impressionante de US$ 4,8 trilhões até 2033 (ONU - UNCTAD).
A lista de benefícios que esse tipo de infraestrutura traz ao Brasil é concreta:
- Menor dependência de Data Centers internacionais;
- Capacitação da mão de obra nacional nos padrões globais de TI;
- Estímulo ao desenvolvimento local de soluções de IA, impulsionando startups e pesquisa científica;
- Melhoria da experiência do usuário final, com serviços mais rápidos, acessíveis e seguros.
A Engemon mostra, também nesse projeto, a capacidade brasileira de entregar inovação e flexibilidade com qualidade internacional. Essa vantagem faz a diferença diante de alternativas onde a personalização e a relação próxima com o mercado brasileiro não são prioridades.
Abrindo caminhos para o futuro
O Data Center de inteligência artificial brasileiro marca o início de uma nova era para a América Latina. Mais do que tecnologia, representa empoderamento econômico, ampliação de mercados e a confirmação de que o país está pronto para liderar discussões sobre o futuro digital.
A Engemon, junto à RT-ONE, convida empresas, instituições e lideranças a repensar seus desafios com o suporte de quem transforma ideias visionárias em realidades sólidas. Descubra como sua empresa pode crescer e inovar ao lado de parceiros que antecipam tendências e entregam soluções sob medida. Conheça mais sobre nosso portfólio, tire dúvidas sobre infraestrutura e esteja preparado para os desafios do amanhã.
Perguntas frequentes sobre Data Center de IA
O que é um Data Center de IA?
Um Data Center de IA é uma instalação projetada para suportar cargas extremas de processamento de dados exigidas por aplicações de inteligência artificial. Ele conta com sistemas elétricos e de refrigeração diferenciados, redes de alta velocidade e mecanismos de segurança reforçados para viabilizar operações que usam algoritmos, aprendizado de máquina e análise massiva de dados.
Para que serve um Data Center de IA?
Seu propósito principal é hospedar, processar e proteger dados de aplicações que dependem de inteligência artificial, como assistentes virtuais, análises preditivas, big data, automação, entre outros. Esses centros permitem que empresas acelerem ciclos de inovação, aprimorem serviços e consigam respostas em tempo real.
Onde fica o primeiro Data Center da América Latina?
O primeiro Data Center de IA da América Latina está localizado em Uberlândia-MG, resultado da colaboração entre RT-ONE e Engemon. A escolha do país foi estratégica, considerando sua crescente relevância no cenário digital regional e global.
Quais são os benefícios desse Data Center?
Os benefícios abrangem desde a alta performance e escalabilidade, o respeito ao meio ambiente com soluções sustentáveis, até a geração de empregos qualificados e atração de investimentos internacionais. Empresas locais ganham independência tecnológica e acesso a serviços avançados com latência menor e maior confiabilidade.
Quanto custa usar um Data Center de IA?
O custo de uso depende do volume de recursos contratados, do nível de personalização, energia consumida e serviços de suporte escolhidos. A Engemon oferece soluções sob medida para perfis diversos, permitindo que pequenas, médias e grandes empresas encontrem opções compatíveis com seu orçamento e necessidades.
